• Da Redação

Transborda traça novas possibilidades para a cena cultural

A mostra de artes cênicas acontece em cinco unidades do Grande Recife a partir do dia 8, passando por Santo Amaro, Santa Rita, Casa Amarela, Piedade e São Lourenço da Mata



Da Assessoria de Imprensa

Foto: Divulgação

Qual o seu lugar preferido na cidade em que vive? Quem é você no contexto que te cerca? Que lembranças você guarda? Essas e outras reflexões sobre territórios e pertencimento norteiam a terceira edição do Transborda – As Linguagens da Cena. A mostra de artes cênicas acontece em cinco unidades do Grande Recife a partir do dia 8, passando por Santo Amaro, Santa Rita, Casa Amarela, Piedade e São Lourenço da Mata. A programação conta com ações gratuitas e ingressos a partir de R$ 20, com descontos para trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo.


Para iniciar, o Sesc Santo Amaro dá as boas-vindas ao projeto com uma homenagem ao Teatro Marco Camarotti, que completa uma década. Historicamente, o equipamento cultural possui atividades artísticas voltadas ao público infantojuvenil. Para fazer jus à identidade, o Transborda terá uma agenda voltada para essa faixa etária, movimentando creches, parques e praças até 29 de setembro. 


Colocando a criança, sua ancestralidade, e a relação com a natureza em pauta, a programação contempla vivências Xucuru, Fulni-Ô e Afro. Além disso, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Prefeitura do Recife, acontecem ações no Econúcleo do Parque da Jaqueira, como intervenções da Turma Mangue e Tal, passeio ciclístico e plantio responsável de mudas de pau-brasil. 


O Transborda – Usina Teatral, organizado pelo Sesc Santa Rita, investiga a relação entre o teatro e a cidade, promovendo performances nas ruas da Aurora e Imperatriz e também no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), que será ocupado pelo grupo Magiluth e seu elogiado espetáculo “Apenas o Fim do Mundo”. A mostra também possui parceria com a Caixa Cultural Recife e ocorre entre os dias 17 e 21.


Rumo ao município de São Lourenço da Mata, o Transborda – Diálogos em Manifestações Populares homenageia a Quadrilha Infantil Xilindró de Ritmos, a mais antiga em atividade. Sua história relaciona-se com a do seu bairro de origem, o Pixete. As atividades, que iniciam no dia 18 e seguem até outubro, serão guiadas por essa relação entre memória, cidade e sua (re)descoberta.


A partir de outubro, o Transborda aporta em Casa Amarela, especialmente no Morro da Conceição e no Alto Santa Terezinha, com o tema Corpos Periféricos e Realidades, que pretende dar voz a todos da sociedade, para além da margem. Já em Piedade, as Delimitações em Cena trazem à tona as discussões acerca do hibridismo entre as linguagens e os trabalhos artísticos com pessoas com deficiência.


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