• Da Redação

Em Jaboatão, reduto eleitoral de Anderson Ferreira, Danilo Cabral dispara críticas a Bolsonaro

Em sua resposta, nesta segunda-feira (4), Danilo Cabral falou sobre a importância de “refazer a aliança” entre as esferas estadual e federal

Do Jornal do Commercio

Foto: Câmara dos Deputados


O pré-candidato a governador de Pernambuco, Danilo Cabral (PSB), não poupou críticas ao presidente da República Jair Bolsonaro (PL), após ser questionado sobre o que é preciso avançar no Estado e qual olhar a gestão de Paulo Câmara (PSB) teria tido com o município de Jaboatão Guararapes. A cidade é o principal reduto eleitoral do pré-candidato a governador de Bolsonaro, o ex-prefeito Anderson Ferreira (PL). Em sua resposta, nesta segunda-feira (4), Danilo Cabral falou sobre a importância de “refazer a aliança” entre as esferas estadual e federal.


De acordo com o pré-candidato do PSB, “o Brasil não suporta mais quatro anos de Bolsonaro”. Ele cita as consequências provocadas pela crise sanitária, social e econômica vivenciada no país: a morte de mais de 650 mil pessoas pela covid-19, mais de 33 milhões de brasileiros no Mapa da Fome; e o aumento nos valores do gás de cozinha, combustível e energia.


“Nesse conjunto de consequências dessa crise, tem coisas que não poderíamos evitar, a pandemia é uma delas, que veio de lá para cá. Mas, ela poderia ter sido muito menor se a gente tivesse à frente dos destinos do Brasil, um presidente que tratasse com mais responsabilidade o país”, declarou Danilo Cabral em entrevista à Rádio Hits FM.


“A digital do presidente Bolsonaro está nessas consequências que estamos vivenciando. Poderíamos ter tido muito menos mortes se tivéssemos um presidente que não negasse a pandemia desde o começo, se não brigasse quem está operando através da ciência”, completou.


Na mesma entrevista, o pré-candidato Danilo Cabral também comentou a respeito da nova lei do ICMS sobre combustíveis, afirmando que o presidente Jair Bolsonaro estaria “mentindo” ao declarar que que se os estados não reduzirem a alíquota cobrada, a gasolina não deverá baixar.


“Quando o governo federal faz um movimento dizendo que se o Governo do Estado não reduzir o ICMS, a conta da gasolina não vai cair, primeiro ele está mentindo. O que está aumentando a conta da gasolina não é isso, mas a forma como o governo está pagando aquilo que está comprando de petróleo”, criticou Cabral.


“A gasolina no Brasil, no último relatório da Agência Nacional de Petróleo, apenas 6% dela veio de fora (foi importada). O restante foi gerado aqui, mas o preço que o país paga é como se toda a gasolina daqui fosse comprada em dólar. O que não é verdade. Enquanto não mudar isso, a gente não vai conseguir baixar o preço da gasolina”, afirmou.


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