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Crônicas que brilham no Brasil e em Portugal chegam ao Recife

O lançamento no Recife será em 21 de dezembro (quinta-feira), na livraria Jaqueira, rua Madre Deus 110, das 18h às 20h, no Recife Antigo



Imagem: Divulgação


É o livro Birinaites, catiripapos e borogodó, de Luís Cosme Pi nto, o “andarilho da escrita”.

A cidade e seus personagens, vivos ou estáticos, sempre inspiram histórias. Para captá-las, precisa ter um olhar atento e um tanto de sensibilidade. Luís Cosme Pinto, com leveza e quase sempre com bom humor, recorre a vivências de décadas de sua experiência de jornalista para apresentar, em 28 crônicas, lugares e pessoas conhecidas suas em Birinaites catiripapos e borogodó, seu segundo livro.


A obra tem apresentação de Álvaro Costa e Silva, Caco Barcellos – que o define como “andarilho da escrita” – e Rita Lisauskas. Sai pela Kotter Editorial. O lançamento no Recife será em 21 de dezembro (quinta-feira), na livraria Jaqueira, rua Madre Deus 110, das 18h às 20h, no Recife Antigo. É mais um encontro com os leitores e leitoras do Brasil e do mundo. A obra já participou de feiras literárias em diversas cidades brasileiras e até em Lisboa onde foram lançadas em dois eventos diferentes.


Semanalmente, o autor publica crônicas na Revista Fórum (revistaforum.com.br/opinião).

“O trabalho de repórter ajuda muito a criar minhas crônicas. A mim não interessava saber só o que aconteceu. Há muitos fatores num acontecimento. Deixo-me levar pela curiosidade. Procuro sempre entrevistar pessoas por onde ando. Muitas vezes, vou usar seus depoimentos. Procuro suavizar, tornar importante o que é invisível, humanizar os fatos, que passam a ser minhas histórias”, resume o autor.


A lista de seus inspiradores registra uma temática comum: o mundo urbano. Estão lá a vida de uma cobradora de ônibus, o sufoco dos ambulantes nos trens e dos trabalhadores de aplicativo, um morador de rua, varredores de calçada, petiscos de padaria, casarões históricos, passageiros de transporte público, noitada de aniversário e conversas de botequim, entre outros assuntos.


Do mundo profissional, há crônicas em homenagem a companheiros já falecidos, como PHA – Paulo Henrique Amorim. Em outra, reforça a recuperação moral de um amigo jornalista injustiçado.


Fernando Sabino, Elsie Lessa, Rubem Braga, Antônio Maria, Fabrício Corsaletti são cronistas de sua preferência. Admira também João Saldanha e Nélson Rodrigues.

Perfil resumido

Luis Cosme de Miranda Pinto, carioca do bairro de Vila Isabel, nasceu em 1961. Para agradar ao pai e ainda sem ideia da profissão que queria seguir foi estudar Engenharia Civil.


Largou Engenharia e foi pro Jornalismo. Formou-se no Rio de Janeiro, trabalhou em algumas rádios com transmissão de corridas de cavalo, mas foi em São Paulo que conheceu o jornalismo profissional. Passou pela TV Globo de Bauru, depois, na capital, pelas tevês Manchete, SBT e Cultura. Foi repórter e apresentador de telejornais.


Em 1998, estava na Rede Globo, como editor do Jornal Nacional. De 2006 a 2016, trabalhou na TV Record, de onde saiu, voltou para a Globo, foi para o SBT e encerrou a carreira numa última passagem pela Globo – lá, como roteirista do programa Mais Você, da Ana Maria Braga.


Saiu com quase 60 anos porque desejava viver da Literatura. Estava no último período de uma pós-graduação em Literatura de Não-Ficção, no Instituto Vera Cruz, em São Paulo. O conteúdo do seu TCC compõe o livro Birinaites Catiripapos e Borogodó.


Entre outros trabalhos jornalísticos, destacam-se Prêmio Embratel, na TV Globo; três vezes o Prêmio Vladimir Herzog (como editor, 2006, 2007 e 2008), na TV Record), diversos documentários, igualmente premiados, e cobertura da Copa do Mundo de 1990.

Seu primeiro livro é Ponte Aérea, lançado em 2010. Planeja para 2024 o terceiro. Ambos, como o atual, são de crônicas.

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